Dia Mundial da Saúde - Diabetes em foco

No dia 07 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Saúde, uma data criada com a finalidade de conscientizar a população a respeito dos vários aspectos que envolvem a saúde.

Muitas pessoas consideram-se saudáveis quando estão sem nenhuma doença. porém, a falta de enfermidades não significa saúde. Dizer que uma pessoa está saudável requer a análise de um conjunto de fatores.

Em 1946, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou um conceito que visava ampliar a visão do mundo a respeito do que seria estar saudável. Ficou definido então que "a saúde é um estado de completo bem estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade".  Atualmente a OMS acrescentou mais novos pilares no seu conceito, que ao todo ficou: físico, social, emocional, mental e espiritual.

De acordo com esse conceito, percebemos que saúde não é um estado fácil de ser alcançado, uma vez que nem todas as pessoas conseguem viver sem tristezas, sem preocupações e interagindo com o restante da sociedade de maneira harmoniosa. A saúde deve ser vista como uma forma de total bem estar, que é conseguido não só através do tratamento de doenças ou sua prevenção, mas sim através de uma busca no equilíbrio em todas as esferas mencionadas.

A cada ano um tema relacionado a saúde é escolhido e abordado ao redor do mundo por meio de campanhas de conscientização. No ano de 2016, o tema escolhido pela OMS foi "Diabetes", um tema que enfoca o crescimento do número de pessoas com a doença.

Desde 1980 o número de pessoas vivendo com diabetes quadriplicou e alcançou os 422 milhões de pessoas (em 2014), especialmente em países em desenvolvimento, O crescimento do numero de pessoas com o agravo é acompanhado do aumento de casos de obesidade e sobrepeso.

Diabetes é uma doença crônica que ocorre ou quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não pode usar eficazmente a insulina que produz. A insulina, um hormônio que regula o açúcar no sangue, dá-nos a energia que precisamos para viver. Se ele não pode entrar nas células a serem queimados como energia, o açúcar se acumula a níveis prejudiciais no sangue.

Tipos de diabetes:
  • Tipo 1: Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença. O tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.
  • Tipo 2: Aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controlar a taxa de glicemia. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.
  • Diabetes Gestacional: Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudanças em seu equilíbrio. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até obesidade e diabetes na vida adulta.
  • Pré-diabetes: A maioria das pessoas não sabem o que é pré-diabetes. Uma pesquisa feita pela SBD em parceria com o laboratório farmacêutico Abbott apontou que apenas 30% dos pacientes tinham informações sobre essa condição. O termo pré-diabetes é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos dos que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo 2. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco.

Uma grande percentagem dos casos de diabetes podem ser prevenidos. A diabetes tem tratamento, pode ser controlada e a gestão da doença previne complicações. Estas são algumas das mensagens centrais da campanha, dinamizada a nível mundial pela OMS, e que pretende informar e sensibilizar a população.





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